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| [5/9/2015, 20:55]
Luciana Marinho: Missão 7 de setembro. Reunião do colégio de lideres no Senado é sempre na terça-feira à tarde. A pressão ao Renan tem que ser direcionada nos líderes mencionados abaixo. Se os Senadores adiante citados fizerem pressão no Renan para antecipar a sessão do CN, a chance dele ceder é enorme. Liderança por blocos favoráveis a nós, composta pelos seguintes Senadores: - Fernando Collor-> PTB/AL. - Lídice da Mata-> PSB/BA - Alvaro Dias-> PSDB/PR - Eunício Oliveira-> PMDB/CE Liderança de partidos, líderes favoráveis a nós, Senadores: - Acir Gurgacz-> Líder PDT - Benedito de Lira-> Líder PP - Omar Aziz-> Líder PSD - Cássio Cunha Lima-> Líder PSDB. - Ronaldo Caiado-> Lider DEM. - José Medeiros-> Lider PPS. - João Capiberibe-> Líder PSB. - Randolfe Rodrigues-> Lider PSOL. - Eduardo Amorim-> Líder PSC - Marcelo Crivella-> Líder PRB pedir aos líderes para antecipar a sessão do congresso nacional... pelo regimento comum deveria ser no dia 15 a sessão ordinária (terceira terça-feira do mês)... |
| [5/9/2015, 21:26] Mario
Dutra As duas manifestações em SP são fundamentais. A primeira, na terça, visa pressionar diretamente a presidenta do TRT quanto ao corte de ponto. Os grevistas querem pressioná-la pra que receba o movimento e discuta esse corte de ponto. A de quinta TAMBÉM visa pressionar a presidente do TRT e o presidente do STF, que informaram estará presente pra ser homenageado! Os dois atos são fundamentais. Isso porque não da pra esperar a questão do corte de ponto. E pressionar o presidente do STF aqui em SP é bem mais fácil e barato aqui do que em Brasília. Nessa greve nosso sindicato já gastou 700 mil pra levar grevistas pra Brasília. E, pra ajudar, acabou de ser condenado em decisão transitada em julgado, em outros 600 mil. Ou seja, pressão aqui em SP terça e quinta é fundamental! Pois nao da pra levar mais tanta gente à Brasília! |
| [6/9/2015, 07:32]
Gustavo G Pereira: Em assembleia realizada na sexta-feira, foi deliberada a continuidade da greve no Rio Grande do Sul. Apesar da força da greve, que tem sua expressão tanto local como nacional, a situação do nosso movimento me deixa preocupado, pois se prolonga sem um desfecho próximo. Mesmo que tenhamos conseguido apoio de diversos deputados e senadores, o governo vai ganhando tempo e se rearticulando, deixando no ar mais dúvidas do que certezas. Além disso, a ameaça ao exercício do direito de greve com o julgamento em trânsito no STF pode resultar tanto numa confirmação do nosso direito constitucional como também abrir caminho para mais uma daquelas circunstâncias em que o judiciário produz interpretação restritiva da lei, inaugurando jurisprudência que prejudique o exercício desse direito não só por nós como por todos os servidores públicos. Ao escutar o relato dos colegas que foram a Brasília nesta semana sobre a manobra realizada para evitar a votação dos vetos, em especial o nosso PLC 28/2015, é impossível não ficar muito indignado. No entanto, é preciso transformar a indignação em aprendizado. O Congresso Nacional não é necessariamente a "casa do povo". Se é verdade que nossa pressão e trabalho exaustivos de busca de apoios dos presidentes dos tribunais regionais, bem como nossa presença forte em Brasília, trouxeram a possibilidade concreta da derrubada do veto, o interesse e a vontade dos servidores não são os únicos vetores que determinam o resultado do que acontece no Congresso Nacional. Pensar que somente os servidores tomam proveito da situação atípica do cenário político e econômico é uma enorme ingenuidade. Da mesma forma que nosso movimento opera nas brechas proporcionadas pela instabilidade política para obter apoios à derrubada do veto do governo, outros atores políticos que operam no Congresso Nacional fazem uso da pressão e presença massiva dos servidores do judiciário federal para que seus objetivos sejam alcançados. Pesa contra nós a vontade do governo, que exerce sua pressão diretamente sobre os parlamentares, negociando projetos de interesse dos parlamentares em troca do apoio ao veto de nosso Influi também a posição atual do STF, que sequer negocia com o movimento em greve, e sem a participação dos servidores, desenvolveu negociação com o governo que resultou no envio de outro projeto ao Congresso Nacional, esse com índice abaixo das nossas perdas salariais e "contrabandos" (reajuste das CJs em 25% e aumento dos juízes de 16% em uma parcela). De igual forma, nossa interlocução com a sociedade não conseguiu romper suficientemente com a manipulação da informação produzida pela imprensa, que persiste reproduzindo uma visão desfavorável de nossa luta por reajuste. Para o próximo período, precisamos pensar em iniciativas que façam com que deixemos de ser a solitária vanguarda de nós mesmos. Quem sabe desenvolver iniciativas que façam o nosso vigoroso movimento canalize toda esta força no rumo de obter mais apoio da sociedade, denunciando as manipulações da imprensa? Outra sugestão é que cobremos que a FENAJUFE intensifique contato com os ministros do Judiciário em Brasília forçando que ocorra negociação com os servidores em greve. Em situações como esta, as cartas estão embaralhadas, os sinais muitas vezes estão trocados, e a gente não consegue ter a completa dimensão do significado de nosso movimento no contexto da crise institucional que estamos vivendo. Entre a atitude de fazer somente nossa luta por reajuste de forma desconectada do mundo e a posição muitas vezes imputada a nós de que o nosso aumento irá produzir a falência das contas públicas, é preciso evitar esses dois extremos. Se nosso reajuste tem impacto nas contas públicas, o índice só é mais expressivo pela política de arrocho e indiferença do governo e do STF ao longo de vários anos com os vencimentos dos servidores. Toda vez que o governante age de forma irresponsável suprimindo direitos, essa demanda acaba ficando represada até estourar um dia sob a forma de movimento, de judicialização, de reivindicação, de luta. Precisamos também estar preparados para, após a derrubada do veto do PLc 28 ou da aprovação de outro projeto alternativo que tenha por finalidade repor nossas perdas salariais, não vacilar na busca da destinação de recursos que tornem a vitória da sanção legal materializada na peça orçamentária. É preciso agilidade e atenção para este aspecto da luta. Um abraço a todos os lutadores e sonhadores. Sem luta não há conquista! Elton Decker - Porto Alegre - #PLC 28 |
| Relato da servidora
Patrícia Cardoso - Servidores do Judiciário Federal Brasil. Confesso a vocês: hoje, pela primeira vez ao longo da nossa caminhada, não tive forças para lutar. A perda do nosso amigo (que não conhecia, mas não posso chamar de outra coisa senão AMIGO) me abalou profundamente. Um dos nossos se foi em batalha! Senti-me golpeada junto com ele, quando veio a notícia que ele havia infantado. Chorei. Chorei, pois o dia 02/09 foi sofrido e imagino que ele, na linha de frente, sentiu mais do que eu, que não pude estar lá. Hoje ele se foi. Não imagino a dor de seus familiares. Um homem honesto e íntegro saiu para lutar por sua dignidade e não retornou. É cruel! Só peço a Deus que conforte os corações deles e que entendam que ele foi um exemplo! Um homem que não se omitiu, não se acovardou, sabia que faria diferença no campo de batalha! E FEZ! Aos amigos do PJU, temos o dever de lutar até o fim, com garra, gana de vencer, sangue nos olhos! Não somos mercenários. Não lutamos por dinheiro. LUTAMOS POR NOSSA DIGNIDADE!! Vamos mostrar do que são feitos os guerreiros do PJU e o governo entenderá que escolheu os adversários errados!! VAMOS DERRUBAR ESSE VETO!!! Em homenagem ao nosso guerreiro Elcio, A LUTA CONTINUA!!! |
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Resumo do dia (05-07/Set)
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