segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Resumo do dia - 31/08/2015


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Expedientes
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Agenda Brasília
Segunda-feira (31/8/2015)
COMISSÃO DO AEROPORTO
 - Recepção Amigável 12h às 21h.
- Corredor Polonês com voluntários a cada KM da L4 e do Eixo Rodoviário

COMISSÃO DO CONGRESSO
- A partir de 9h no anexo II Câmara, espaço próximo à biblioteca.
 - Terminar entrega dos ofícios (Denuncia OIT e cola do eCédula) em todos os gabinetes.
- Entrega cópia do processo PLC28 (apoios) às lideranças e senadores

Terça-feira (1º/9/2015)
COMISSÃO DO AEROPORTO
- Recepção Amigável 8h às 15h.
 - Corredor Polonês com voluntários a cada KM da L4 e do Eixo Rodoviário

COMISSÃO DO CONGRESSO
- Entrega dos flyers Veto 26 NÃO nos gabinetes
- Entrega das cópias do processo do PLC28

Quarta-feira (2/9/2015)
- Ação de inteligência e monitoramento de presença dos parlamentares (quórum) a partir das 9h
- Ato no gramado do Congresso Nacional a partir das 10h

Detalhamento das informações, dados sobre doações e informes sobre caravanas estão no link http://goo.gl/4fapiQ

André Pelegrini - TST - Comando do Congresso - (61) 8451-3190
Cássio Veludo - TJDFT - Comando do Congresso - (61) 8114-1483
Vamos investir para que tudo se resolva nesta semana. Vamos colaborar para que os colegas em Brasília tenham mais força. Quanto mais força e união demonstrarmos mais respeito teremos e mais cedo liquidamos o assunto, preferencialmente nesta quarta.
Sei que alguns estão um pouco inseguros, afinal ja são muitos dias de greve, mas estamos num momento crucial, precisamos como nunca da participação de todos, ao menos nesses dias. Apagão dias 01 e 02/09, pelo comando nacional. Pessoal, vamos aderir??? É muito importante nossa adesão, são os momentos finais e principais!!!
Colegas, não se esqueçam que até momento temos o apoio de nossos magistrados, não vamos deixar que nossas próprias cobranças nos limitem, nos amedrontem. Vamos lá, colegas, esta é a nossa hora! O apagão na terça e quarta pode ser o golpe final para nossa vitória!
Se pudermos repetir o mesmo esquema da semana passada será ótimo, não só para o movimento mas para nosso ego também.
João Deffende (Campinas)
"Boa noite, amigos. Dia difícil hoje, não? Segue meu relato das atividades do dia e minhas impressões sobre os reveses e vitórias. Ficamos quase 4 horas de pé na Comissão Mista de Orçamento esperando a votação da emenda do deputado Izalci sobre o texto que o Executivo enfiou na LDO para barrar nossa reposição salarial. Ele pediu nossa presença pelo Facebook e comparecemos em massa, perto de 100 servidores. Sala mais que lotada, a ponto de ficar insalubre o ambiente. No entanto, a senadora que presidia a sessão a encerrou sem apreciar a emenda. Justificou com o fato de que já começava o Ordem do Dia da Câmara e do Senado e, por isso, os parlamentares precisavam sair. Chamou reunião da CMO para amanhã. Estaremos lá novamente, pressionando. A não apreciação na sessão de hoje não representa nenhum problema maior que o mero cansaço dos que lá permaneceram. Ouvindo o som das vuvuzelas dos colegas que estavam do lado de fora, o cansaço ficou no esquecimento. Não é nenhuma derrota e nem foi em vão, pois os parlamentares da CMO já viram a que viemos e muitos já sabem o que estamos pedindo com antecedência suficiente para entender e aderir. A votação relâmpago no Senado do PLC 41 (remuneração dos servidores do MP) não foi nenhuma grande surpresa para os que têm estado no Congresso diariamente. Esse tipo de manobra sórdida do Executivo já era esperado, mas é fato que não conseguimos colocar tantos servidores quanto queríamos nas galerias do Senado. O esquema de segurança nos barrou e o Senado votou com relativa tranquilidade, ainda que sob o som das vuvuzelas dos colegas que pressionavam do lado de fora. Apenas para situar quem não está acompanhando: o PGR não mandou um PL rebaixado como o Trairovski fez conosco. No entanto, o PL rebaixado deles (melhor que o nosso, pois não absorve os 13%) foi apresentado por um senador (Valdir Raupp), por meio de uma emenda substitutiva, a mando do Executivo, e ela foi aprovada no Senado hoje. O PL dos colegas do Ministério Público voltará para a Câmara para apreciação das mudanças, uma vez que o PL foi alterado em seu mérito. Isso atrasa um pouco a sua tramitação, mas deixa o MP em situação pior do que a nossa: o PL rebaixado deles já foi aprovado no Senado, enquanto o PL original deles mal tramitou. No que se refere a nós, o PL rebaixado do Trairovski mal foi protocolado na Câmara e estamos trabalhando para retardar sua movimentação até a derrubada do veto. Neste ponto estamos sendo bem sucedidos por enquanto, ao passo que o MP segue em situação ruim: o PL que eles querem não andou e o PL que eles não querem já está na metade da tramitação. Por que isso está ocorrendo com eles? Simples: porque não estão em greve. Não pararam as atividades, não estão mobilizados e acham que vão surfar na onda do esforço e suor de vocês, do Judiciário. Espero que o que ocorreu com eles hoje seja suficiente para faze-los acordar para a necessidade de iniciar uma greve que responda à altura o golpe que sofreram. A guerra da informação é fundamental em situações assim. Muitos senadores votaram hoje pelo rebaixamento do PL do Ministério Público acreditando que havia acordo com os servidores. E adivinhem quem estava lá no Congresso hoje dizendo aos senadores que houve acordo? Sim, isso mesmo, o tal Jailton. Como eles do MP não estão em greve, não estão mobilizados, não têm representantes no Congresso para desfazer o boato do acordo, muitos senadores acreditaram na existência desse acordo e votaram pelo rebaixamento do PL deles, mesmo já tendo demonstrado apoio à nossa derrubada de veto (que deveria ter exatamente o mesmo tratamento). Muitos não sabem que as carreiras do Judiciário e do MP andam juntas e que deveriam ter a mesma remuneração. Acreditem: isso parece óbvio pra nós, mas não para eles. É necessário que se explique detalhadamente esse tipo de coisa. O MP não tem ninguém lá pra isso, ainda que estejam filiados ao mesmo sindicato. Lembram que eu disse dia desses que nós que estamos lá somos voluntários, sem nenhuma vinculação ao sindicato? Pois é: o MP não tem ninguém lá e está saindo prejudicado por isso. Ao contrário, nós já conseguimos dissipar as mentiras dos 78% de aumento, dos 21 mil de salário inicial/ mês (sim, teve isso!), dos 25 bi de impacto orçamentário e do acordo que teríamos aceitado. Tudo graças à mobilização de vocês. O trabalho nos aeroportos, as manifestações coletivas no Congresso e o corpo-a-corpo com os parlamentares deixou muito claro que não há acordo e que Lewandovski nos traiu. OS PARLAMENTARES JÁ SABEM DISSO. Sobre o PL do MP, ninguém deles estava lá pra dizer isso. Nós até tentamos, mas o acesso ao Senado está difícil. Por falar em acesso ao Senado, hoje obtivemos uma vitória: uma liminar em Habeas Corpus preventivo no STF (Min. Marco Aurélio) nos garantiu acesso irrestrito ao Congresso (Senado e Câmara) de amanhã até o dia da apreciação do veto. São cerca de 150 servidores (inclusive eu) com salvo-conduto para circular no Congresso por uns dias. Isso parece pouco, mas muito do nosso tempo no Congresso tem sido gasto tentando entrar, vivemos num jogo de gato e rato com a Polícia Legislativa, o que tem reduzido sobremaneira o tempo disponível para as conversas com os parlamentares. Com este HC, esperamos que o trabalho renda um pouco mais nesta reta final. Muitos colegas que vieram de outros estados podem ter ficado com uma sensação de que não valeu a pena vir. Valeu sim. Peço que transmitam esse recado a eles amanhã. A pressão exercida no ato do lado de fora do Congresso e por meio dos parlamentares abordados aqui e nos estados ajudou a que Renan marcasse a sessão conjunta do Congresso para o dia 2 de setembro. Esta data é definitiva? Não, claro que não, mas é muito provável que em 2 de setembro o veto seja apreciado. Na verdade é até melhor que o Congresso não tenha sido convocado para apreciar vetos hoje, como nós e os colegas que vieram de fora esperávamos. Poderíamos ter perdido se a votação tivesse sido hoje. Daqui para o dia 2 temos muito trabalho a fazer e vamos derrubar o veto. A categoria se uniu como nunca. Brasília recebeu colegas do país inteiro como nunca. Temos hoje uma noção de que não somos dependentes dos magistrados como nunca tivemos. Sabemos do nosso poder como nunca soubemos. Isso precisa ser enfatizado aos colegas de outros estados. O trabalho deles, a vinda deles, o sacrifício deles tem sido fundamental, pois a atenção que os parlamentares dão aos servidores de seus respectivos estados é muito maior do que a atenção que nós, de Brasília, recebemos de parlamentares dos estados. Voltando ao tema da votação de hoje, vi muitos colegas com os olhos embotados de poeira e lágrimas. Porém reafirmo que não há motivo para achar que vamos perder a derrubada do veto. A votação referente ao PL do Ministério Público foi sim uma derrota, mas não nos enfraquece diretamente e não está sujeita às mesmas variáveis que nosso PL vetado. Explico. Houve confusão hoje sobre a existência de um possível acordo entre servidores do MP, Poder Executivo e chefia do MP. Esse acordo não existe, mas muitos senadores acreditaram que ele existia e isso balizou seus votos. Deste mal não sofremos, pois estamos deixando muito clara a inexistência de acordo com os servidores do Judiciário. Outro ponto: a votação do PL do MP hoje ajuda o nosso trabalho dos próximos dias, ao passo que derruba as máscaras de senadores que votaram contra nós sabendo o que estavam fazendo. Além disso, revela quem são os parlamentares que estão confusos e precisam de esclarecimentos mais precisos. Revela também as lideranças de partidos que estão contra nós, possibilitando um trabalho direcionado a essas lideranças até o dia 2. Mais que isso, a votação de hoje foi por bancada, o que difere muito da votação nominal individual, que é o caso da derrubada de veto. Daí a importância do trabalho dos colegas dos estados. O voto individual sofre mais pressão do eleitor do que do partido. O voto de bancada não sofre nenhuma pressão do eleitor, mas sofre muita pressão do partido e é muito influenciável pelo Executivo. Por isso, a votação de hoje do PL do Ministério Público nos traz mais aprendizado e conhecimento do que derrota e tristezas. Talvez essa votação seja o que os colegas do MP precisavam para radicalizar e iniciar uma greve, como ocorreu conosco quando Gilma vetou nosso PL e quando Trairovski virou as costas para nós. Não é o momento de esmorecer ou desanimar, amigos. Tentar nos desmotivar é a estratégia do governo, mas não vamos nos deixar manipular. As chances de derrubada do veto ainda são bastante plausíveis. O Executivo joga baixo, muito baixo. Hoje mesmo anunciou liberação de 500 milhões de reais em emendas parlamentares. Isso ajuda a conter a Crise Cunha-Collor e a obter pequenas vitórias contra nós. No entanto, já temos a simpatia da maioria dos parlamentares, cabendo-nos agora tentar minimizar os efeitos da pressão feita pelo Executivo sobre eles. Sim, eles são mais fortes e têm mais recursos, mas a história é cheia de vitórias dos mais fracos sobre os mais fortes e de histórias de superação: Davi contra Golias, afegãos contra soviéticos, vietnamitas contra os EUA e até o Fluminense contra a queda para a Segunda Divisão. Os dez mil servidores reunidos hoje na Esplanada em uma manifestação linda não enfrentaram o calor em vão. Quando o corpo não aguenta, a moral é que sustenta. O cansaço tem que ser vencido pela força que nos move a não aceitarmos a humilhação que Executivo e Chefia do Judiciário nos tentam impor. Hoje o dia foi difícil, vi a tristeza nos olhos de muitos colegas. Em vez de me abater, isso faz a equipe do Congresso trabalhar com mais afinco, pois este é um trabalho que não se faz apenas por, mas sim pela nossa coletividade. Os colegas que trabalham no Congresso não se deixam abater, pois sabem da proximidade da vitória. Não venho aqui trazer mensagem de falso otimismo para consolá-los ou iludi-los. É possível a derrubada do veto, mas também é possível sua manutenção. Deixo para escrever estes informes tarde da noite justamente para ter tempo de me descontaminar das paixões do dia e para poder trazer-lhes um relato o mais próximo possível da realidade sob a minha ótica. Temos sim chances de derrubar o veto, mas essas chances diminuem na mesma proporção em que nos deixamos abater. Por outro lado, quanto mais resiliência demonstramos, quanto mais nos indignamos com as injustiças e com as manobras sórdidas do governo, quanto mais força e união conseguimos, mais perto da derrubada do veto nós ficamos. Nosso trabalho dentro do Congresso não vale nada sem o apoio de vocês do lado de fora. As vuvuzelas e as palavras de ordem que ouvimos lá de dentro são os lembretes de que não agimos em nome próprio, mas sim em nome de 117 mil famílias, que não podem deixar de contar com o esforço e a empolgação de cada um de vocês. Amanhã cedo estaremos lá no Congresso, seremos cerca de 150 servidores com habeas corpus na mão, abordando os senadores e tentando convencê-los de que existem famílias por trás da disputa política entre enfraquecer ou dar suporte à Presidente. Precisamos manter o foco e precisamos que vocês saibam que não há derrota capaz de nos abalar antes da decisão final. Atitude positiva, amigos, e até a derrubada."
Floriano Cathalá/ STM
Grupo 18 - Congresso Nacional
(25/08/2015)
Meus amigos, muita calma nessa hora! Ou alguém pensou que seria tocar umas vuvuzelas e teríamos nosso aumento? Claro que não, né?! A greve do Judiciário da União já dura 75 dias. Mas ela começou no Paraná há 90 dias. É um processo longo e cansativo. Mas pensar na vitória é o que nos motiva e nos une. E não o contrário. Já vencemos várias batalhas. Comissões da Câmara e do Senado e votações no plenário. Belas vitórias. O problema é esse. Com a vitória a tendência e baixar a guarda. Mas não podemos baixar a guarda!!! Estamos na reta final. PIRACICABA entrou na greve agora! Mas viemos em boa hora! Demos sangue novo, energia nova ao movimento. E outra coisa boa aconteceu hoje! Hoje o MP levou um susto. Apenas isso. Um susto! Claro que seria melhor que a votação tivesse rejeitado o projeto substitutivo deles. Mas aí o MPU continuaria acomodado. Agora eles veem de forma concreta a possibilidade de receberem um reajuste salarial irrisório... E isso vai agitar o MPU pra engrossar o movimento. A cada dia mais gente entra em greve. Os servidores aqui em Brasília fizeram muita bagunça, muita energia dedicada a nossa causa. Foram seis horas de vuvuzela ininterrupta na janela do Senado. Eles não vão nos ignorar. Dia 2/09 é semana que vem. PRECISAMOS fortalecer o movimento. É a reta final. E isso tudo só valerá a pena se formos até o fim, se conquistados o que nos é de Direito! Se vcs apoiarem, dia 2/9 estaremos em Brasília de novo. Com mais barulho, mais gente, ainda mais motivação. Hoje foi um dia bom. Ganhamos novos aliados e marcaram a sessão de análise do nosso veto. Eu vou continuar na luta. Vou fazer barulho! Vou mandar e'mail. Vou me juntar àqueles que nos representam e não esmorecem! Estou confiante de que esse veto vai cair. Espero que consigam fechar esse fórum. Semana que vem ele tem que estar parado pro Gustavo colocar no sistema que tudo parou! O TRF tem que sentir que estamos unidos e decididos. Que nós também somos o JUDICIÁRIO. Não se esqueçam. JUNTOS SOMOS + FORTES!!!!!
Mário - JF Piracicaba/SP
(25/08/2015)
Notícias
Dilma pede a líderes que mantenham veto ao aumento do Judiciário - http://www.valor.com.br/politica/4203860/dilma-pede-lideres-que-mantenham-veto-ao-aumento-do-judiciario

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